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Falar o idioma local transforma a experiência de viajar

João Lucca Miotto Mujica, Wizard


Quem viaja para o exterior com certeza já se deparou com uma situação em que o conhecimento do idioma local foi necessário. Seja para pedir uma comida no restaurante, fazer o check-in no aeroporto ou pedir uma informação na rua. A necessidade de falar a língua do destino sempre existe. Hoje é muito mais fácil encontrar alguém que fale a sua língua ou recorrer a tecnologias de tradução, como IA e tradutores de voz. Mas será que ainda faz diferença saber falar o idioma local durante uma viagem? A resposta é: claro! E vamos entender o porquê.

Primeiramente, falar o idioma abre portas que o turismo tradicional não alcança. Se você viaja para uma cidade como Londres ou Nova York e não fala inglês, provavelmente vai se limitar aos lugares mais famosos, onde há traduções, maior estrutura para turistas e pessoas mais dispostas a ajudar. No fim, você acaba conhecendo aquilo que já viu nos filmes e livros. Agora imagine conversar com o recepcionista do hotel e pedir recomendações de restaurantes que só os moradores conhecem. Ou fazer amizade com o guia de um passeio e descobrir um lugar pouco explorado. Quem melhor conhece um destino são as pessoas que vivem nele. O melhor roteiro muitas vezes nasce de uma conversa.

E atenção para um ponto importantíssimo: na maioria das vezes, você não precisa ser fluente para se comunicar durante uma viagem. Muitas pessoas acreditam que precisam de anos de estudo ou de um vocabulário perfeito para conseguir conversar em outro idioma. É claro que quanto maior o domínio da língua, melhor. Mas o mais importante é falar sem medo de errar. Com sotaque, erros de conjugação ou alguma dificuldade, você ganha confiança e aprende na prática. A maioria dos países que recebem turistas já está acostumada com diferentes sotaques e costuma ser bastante receptiva.

Um contraponto a tudo isso pode ser a tecnologia.  “Eu uso o ChatGPT para traduzir", "tenho o tradutor de voz do Google", ou "pesquiso no TikTok os destinos menos conhecidos". Tudo isso realmente ajuda, mas são ferramentas. Elas podem falhar com gírias, expressões locais ou sotaques. Uma conversa natural exige espontaneidade. E essa barreira só é vencida quando você não depende totalmente desses recursos.

No fim, quem realmente viaja é quem vive o destino, conversa, experimenta novos lugares e se permite viver novas experiências. Toda viagem começa com uma passagem, mas as melhores experiências começam com uma conversa. E, se essa conversa for no idioma local, melhor ainda.

O Núcleo de Idiomas da Acic está pronto para ajudar você a tornar sua próxima viagem ainda mais especial. Em Cascavel, cinco escolas oferecem cursos dentre inglês, espanhol, alemão, italiano e francês. Entre em contato e agende uma aula demonstrativa.

Legenda: João Lucca Miotto Mujica, da Wizard

Crédito: Assessoria

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